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sexta-feira, 11 de junho de 2010

Contra a Corrente

Ser padre é uma vocação tão sublime que remete para o primado absoluto de Cristo no meio do
mundo. No meio deste mundo desorientado, hostil à fé católica, onde cresce o cinismo e a superfi cialidade, em que se exalta o presente e se cancela tudo o que remete para as coisas de Deus, ser padre é mesmo uma provocação.

Como disse ontem o Papa no encontro com milhares de sacerdotes - no encerramento deste ano que lhes foi dedicado – apesar das difi culdades, o mais importante é estar apaixonado por Cristo e contagiar os outros com o Seu fogo de amor.

Afinal, é isso mesmo que Bento XVI testemunha com a sua própria vida. Ele e dezenas de milhares de sacerdotes que livremente dizem “sim” a Cristo. Prontos a dar a vida para nos testemunhar que vale a pena arriscar tudo por Ele – mesmo ao arrepio das modas deste mundo.

Aura Miguel

domingo, 11 de abril de 2010

Repensar seriamente o casamento de homens ordenados

Seja como for, o celibato obrigatório não vem de Jesus, é uma lei dos homens, e, como disseram os apóstolos: "Importa mais obedecer a Deus do que aos homens." E os bispos e o Papa são homens.
É contraditório afirmar o celibato como um carisma e, depois, impô-lo como lei. Por isso, muitas vozes autorizadas na Igreja pedem uma reflexão séria sobre o tema. Há muito que o cardeal Carlo Martini faz apelos nesse sentido. Agora, junta-se-lhe o cardeal Ch. Schönborn, de Viena. O bispo auxiliar de Hamburgo, J.-J. Jaschke, sem pôr em causa o celibato livre, afirmou que "a Igreja Católica se enriqueceria com a experiência de padres casados".

Ver mais aqui (Anselmo Borges, DN).